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CONVIVÊNCIA FAMILIAR: COMO ME POSICIONAR DIANTE DE UM CONFLITO?

  • Foto do escritor: psicovanessadealmeida
    psicovanessadealmeida
  • 13 de nov. de 2021
  • 2 min de leitura

Diante de um conflito, na convivência com nossa família, é muito comum perceber que a comunicação entre seus integrantes se torna, muitas vezes, um monólogo. É usual um querer falar mais que o outro na tentativa de defender sua opinião, sem prestar realmente atenção no que tem por trás da fala de quem diz.

A convivência é um verdadeiro desafio, tendo em vista que é preciso observar e ter disponibilidade para realmente escutar o que o outro tem a dizer, evitando julgar, mas sim compreender como um todo o que o outro tem a falar.

É compreender que a pessoa é um ser sistêmico, que é influenciado pelo próprio grupo familiar, que veio também de uma família de origem, com seus costumes, crenças e regras, que faz parte de um grupo de trabalho, numa instituição e, além disso, está inserido dentro de um contexto social, político e econômico. O que o outro diz pode remeter ao que há de mais profundo em seu próprio eu, o que por sua vez, pode em alguma parte do ser de quem recebe a informação, gerar diversos conflitos, definindo o tão complexo que é as relações humanas.

Compreender o que o outro quer dizer exige disponibilidade e abertura para acolher tudo o que ele é: de onde vem seus sentimentos, ideias, pensamentos, reflexões, posicionamentos. E ouvir e compreender tudo isso esbarra no nosso próprio modo de ver e sentir o mundo e a nós mesmos. Por isso, a origem de tantos conflitos. O que o outro diz tem a ver sobre mim também!

O espaço de convivência familiar deve servir para eliminar o lugar de falar sobre o outro ou que ele fez, para o lugar de falar sobre o que eu penso e faço sobre a relação com o outro. Os diálogos e conversas são construídos através de sentimentos e emoções. Na construção relacional, trago aquilo que habita em mim e tudo o que vem a partir e derivado disso, como, por exemplo, nossa herança emocional da família de origem, como dito acima.

Por fim, o diálogo na convivência familiar é o que há de mais precioso, pois nos incentiva a mudar e refletir diante de um conflito. É vivendo e passando pelos conflitos que saímos de um posicionamento rígido e sofrido para um posicionamento integrador, acolhedor, respeitoso e interativo, tendo como foco o incentivo de conhecer os verdadeiros sentimentos dos integrantes da família.



 
 
 

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