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SOBRE AS RELAÇÕES AMOROSAS

  • Foto do escritor: psicovanessadealmeida
    psicovanessadealmeida
  • 13 de nov. de 2021
  • 2 min de leitura

No início de qualquer relação, os pares apaixonados tentam fazer de tudo para agradar, para conquistar e não decepcionar aquela pessoa que está ao seu lado, buscando fazer o seu melhor sempre, comprometidas e com o ideal de que aquela pessoa é tudo de bom para ela. É a famosa fase da paixão. Aquele aperto no peito, as mãos suando frio esperando o encontro com o ser amado...

O tempo passa... e os desentendimentos surgem... muito comum ouvir casais dizendo que não eram assim e assado no início da relação, que não sabe o que está acontecendo com a pessoa, o motivo de tantas brigas e desacertos.

Fato é, que, passada a fase da paixão, nosso padrão de funcionamento que sempre esteve ali, desde o início da relação, começa a ganhar mais nuance. A diferença é que no início, com o receio de perder a pessoa amada, com o intuito de agradar, o padrão fica em “segundo plano”.

O padrão de funcionamento, de fato, é a nossa maneira de ser aprendida ou internalizada durante o desenvolvimento como seres humanos como um todo, e serve como defesa para manter a união do casal e para preservar o mesmo de ter que lidar com suas dificuldades e impotências individuais.

À medida que a relação vai se aprofundando e o casal começa a passar por alguns fatores estressantes que exigem respostas e dependendo do nível de autonomia que esses pares têm em relação às suas próprias questões emocionais, podem ocorrer diversas discussões, oposições, ataques e defesas. Começa um círculo vicioso sem fim e que, muitas vezes, ocasiona na separação do casal.

Nesse sentido, a terapia de casal busca, através do estudo do padrão de funcionamento dos pares, identificar questões não resolvidas com a família de origem dos mesmos. Conflitos emocionais não resolvidos com os pais tendem a se repetir na relação atual, propagando, dessa forma, relacionamentos disfuncionais.

É possível trabalhar a forma de comunicação do casal para que seja mais saudável, a consciência da participação no relacionamento, bem como a possibilidade de aprender novas formas de expor suas ideias e sentimentos, com o intuito de possibilitar que o indivíduo seja mais autônomo e livre de seus aprisionamentos aprendidos que se tornam automáticos.


Quando o indivíduo compreende os mecanismos que o levam a agir de determinada forma e começa a praticar comportamentos diferentes dos que aprendeu é possível diferenciar-se e ter controle sobre seu emocional, o que interfere diretamente em suas relações amorosas.




 
 
 

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Psicóloga Vanessa de Almeida - Terapia de Casal e Individual Online.

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